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Archive for janeiro \26\UTC 2014

eu

Às vezes você fica pensando em como certas pessoas são populares, vivem cercadas por outras. E lá no fundo nasce aquela pontinha de inveja, que você nem quer confessar. Talvez você quisesse saber o segredo para se ter amigos, estar de bem com a vida, despertar o coração de alguém.
Mas você se acha desajeitado demais, ou feio demais, não gosta disso ou daquilo em você mesmo. Na verdade, você se conhece um pouco, mas não se aprova.
E se você não se gosta, não há nenhuma razão para que gostem de você.
Se você mesmo não quer ser seu amigo, por que outros iriam querer? Se você não se ama, por que outros te amariam?
As pessoas reagem conosco segundo o reflexo que damos para elas. Se você é sempre sorridente, alegre, vai ter pessoas à sua volta; se é mal humorado, vão te olhar de lado e evitar sua companhia. E como uma bolinha de neve descendo a colina, a situação tende a tornar-se cada vez mais complicada.
O caso é que você está sempre querendo agradar os outros, não a você.
Você busca aprovação exterior, quando você mesmo deveria aprovar-se.
Aprenda, então, primeiro a amar-se. Apaixone-se por si, sem exageros, mas de amor sincero.
Faça uma lista das coisas que você mais gosta em você e das coisas que não gosta.
Realce aquilo que gosta. É importante. O que resta, questione-se sobre um jeito de mudar a situação, de maneira que você possa crescer em autoconhecimento e autovalorização.
A opinião que temos de nós é muito importante. E, mesmo se dizem que não, a opinião que os outros têm de nós é importante também, mesmo se em menor escala. Mas atenção: uma opinião exagerada de si mesmo tanto num sentido como em outro é nociva. O equilíbrio é fundamental.
Sem interferir na sua personalidade, você pode mudar. Aprenda a ser uma pessoa bonita, sem buscar aprovação exterior, isso virá como consequência.
Quando se arrumar, faça por você. Use cores que te vão bem, mude o corte de cabelo ou o penteado, pense na vida como uma caixinha de surpresas, não um abismo.
Ponha um sorriso no rosto, mesmo quando estiver sozinho. Lembre-se sempre de coisas engraçadas ou bonitas, isso te dará um ar feliz. E felicidade de dentro traz beleza pra fora, pelos olhos, pelas atitudes, pelos gestos e até pelo falar.
Cultive a serenidade, aprenda a paciência e a arte de saber ouvir.
Fale um pouco menos e olhe mais nos olhos dos que falam com você, isso passa segurança. Quando não souber o que dizer, dê um abraço.
Isso vale também.
Procure fazer coisas que gosta. Faça-se prazer, presenteie-se de vez em quando.
Cuide de sua saúde física, mental, espiritual.. Não cultive ressentimentos, eles são ervas daninhas e tornam as pessoas feias.
Cultive mais a palavra perdoar.
Ter estrelas no céu é bom e bonito, mas só vemos nas noites escuras.
Traga, então, estrelas dentro do seu coração. Assim você poderá levá-las para todo lado e oferecê-las se seu coração pedir. Acredite em mim: todo mundo gosta de receber estrelas de presente.
São as pequeninas coisas que conduzem nossa vida. E influenciam nosso ambiente. Sentir-se bem consigo é dar aos outros o presente de um nosso eu satisfeito.
Todo mundo é beneficiado.
Antes de dormir, sempre pense em algo bonito e deixe as preocupações para o dia seguinte. Dormir preocupado não resolve problemas, então melhor é dormir feliz.
Ame-se! Por mais que seja difícil, ame-se! Um pouquinho mais a cada dia!
Suba esse monte sem pressa, não desista do caminho.
Você é um ser importante. Para si, para o mundo, para Deus.

(Letícia Thompson)

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. Slow Food

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Há um grande movimento na Europa hoje, chamado Slow Food.
A Slow Food International Association – cujo símbolo é um caracol, tem sua base na Itália (o site, é muito interessante. Veja-o: www.slowfood.com).

O que o movimento Slow Food prega é que as pessoas devem comer e beber devagar, saboreando os alimentos, “curtindo” seu preparo, no convívio com a família, com amigos, sem pressa e com qualidade.

A idéia é a de se contrapor ao espírito do Fast Food e o que ele representa como estilo de vida.

A surpresa, porém, é que esse movimento do Slow Food está servindo de base para um movimento mais amplo chamado Slow Europe.

A base de tudo está no questionamento da “pressa” e da “loucura” gerada pela globalização, pelo apelo à “quantidade do ter” em contraposição à qual idade de vida ou à “qualidade do ser”.

Segundo a revista Business Week os trabalhadores franceses, embora trabalhem menos horas (35 horas por semana) são mais produtivos que seus colegas americanos ou ingleses. E os alemães, que em muitas empresas instituíram uma semana de 28,8 horas de trabalho, viram sua produtividade crescer nada menos que 20%.

Essa chamada “slow attitude” está chamando a atenção até dos americanos, apologistas do “Fast” (rápido) e do “Do it Now” (faça já). Portanto, essa “atitude sem pressa” não significa fazer menos, nem menor produtividade. Significa, sim, fazer as coisas e trabalhar com mais “qualidade” e “produtividade” com maior perfeição, atenção aos detalhes e com menos “stress”.

Significa retomar os valores da família, dos amigos, do tempo livre, do lazer, das pequenas comunidades, do “local”, presente e concreto em contraposição ao “global” – indefinido e anônimo.

Significa a retomada dos valores essenciais ao ser humano, dos pequenos prazeres do cotidiano, da simplicidade de viver e conviver e até da religião e da fé.

Significa um ambiente de trabalho menos coercitivo, mais alegre, mais “leve” e, portanto, mais produtivo onde seres humanos, felizes, fazem com prazer, o que sabem fazer de melhor.

Será que os velhos ditados “Devagar se vai ao longe” ou ainda “A pressa é inimiga da perfeição” não merecem novamente nossa atenção nestes tempos de desenfreada loucura?

Será que nossas empresas não deveriam também pensar em programas sérios de “qualidade sem pressa” até para aumentar a produtividade e qualidade de nossos produtos e serviços sem a necessária perda da “qualidade do ser”?

No filme “Perfume de Mulher”, há uma cena inesquecível, em que um personagem cego, vivido por Al Pacino, tira uma moça para dançar e ela responde:

“Não posso, porque meu noivo vai chegar em poucos minutos…”
“Mas em um momento se vive uma vida” – responde ele, conduzindo-a num passo de tango.
E esta pequena cena é o momento mais bonito do filme.

Algumas pessoas vivem correndo atrás do tempo, mas parece que só alcançam quando morrem enfartados, ou algo assim. Para outros, o tempo demora a passar; ficam ansiosos com o futuro e se esquecem de viver o presente, que é o único tempo que existe.

Tempo todo mundo tem, por igual. Ninguém tem mais nem menos que 24 horas por dia. A diferença é o que cada um faz do seu tempo. Precisamos saber aproveitar cada momento, porque, como disse John Lennon, “A vida é aquilo que acontece enquanto fazemos planos para o futuro”.

Pense e reflita, até que ponto vale a pena deixar de curtir sua família… de ficar com a pessoa amada, de ir pescar no fim de semana…

Parabéns por ter lido até o final … muitos não irão ler esta mensagem até o final, porque não podem “perder” o seu tempo neste mundo globalizado…

 

(autor desconhecido)

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. Quem somos?

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Nosso maior temor não é que sejamos inadequados.
Nosso maior temor é que sejamos mais poderosos do que pensamos.

É a nossa luz, não nossa escuridão, o que nos assusta.

Nos perguntamos: 
– Quem sou eu para ser brilhante, talentoso, exitoso?

Na verdade, quem é você para não sê-lo?

O fazer-se pequeno não serve ao mundo.

Não ajuda a ninguém se fazer opaco, para que outros não se sintam inseguros ao seu redor.

Se permitirmos à nossa luz brilhar, inconscientemente também damos permissão a que outros façam o mesmo.

Ao nos livrarmos do nosso próprio temor, nossa presença automaticamente ajuda a que outros também se libertem.

(Nelson Mandela, citando Marianne Willianson)

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Vamos falar de gente, de pessoas…
Existe, acaso, algo mais espetacular do que gente?
Pessoas são um presente.
Algumas tem um embrulho bonito, como os presentes de Natal, Páscoa ou festa de aniversário.
Outras vêm em embalagem comum.
E há as que ficaram machucadas no correio…
De vez em quando uma Registrada.
São os presentes valiosos. 
Algumas pessoas trazem invólucros fáceis.
De outras, é dificílimo, quase impossível, tirar a embalagem.
É fita durex que não acaba mais… 
Mas… a embalagem não é o presente.
E tantas pessoas se enganam, confundindo a embalagem com o presente.
Por que será que alguns presentes são complicados para a gente abrir?
Talvez porque dentro da bonita embalagem haja muito pouco valor.
E bastante vazio, bastante solidão. A decepção seria grande. 
Também você amigo.
Também eu.
Somos um presente para os outros.
Você para mim, eu para você. 
Triste se formos apenas um presente-embalagem: muito bem empacotado e quase nada, lá dentro! 
Quando existe verdadeiro encontro com alguém, no diálogo, na abertura, na fraternidade, deixamos de ser mera embalagem e passamos à categoria de reais presentes.
Nos verdadeiros encontros humanos, acontecem coisas muito comoventes e essenciais: mutuamente nós vamos desembrulhando, desempacotando, revelando… 
Você já experimentou essa imensa alegria da vida?
A alegria profunda que nasce da alma, quando duas pessoas se comunicam virando um presente uma para outra? 
Conteúdo interno é segredo para quem deseja tornar-se Presente aos irmãos de cada estrada e não apenas embalagem…
Um presente assim não necessita de embalagem.
É a verdadeira alegria que a gente sente e não consegue descrever, só nasce no verdadeiro encontro com alguém.
A gente abre, sente e agradece a Deus.

  

(S. Sheider H. Hartmann)

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