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Archive for agosto \31\UTC 2013

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Na superfície da terra exatamente agora há guerra e violência e tudo parece negro.

Mas, simultaneamente, algo silencioso, calmo e oculto está acontecendo e certas pessoas estão sendo chamadas por uma luz mais elevada.

Uma revolução silenciosa está se instalando de dentro para fora.

De baixo para cima.

É uma operação global…

Uma conspiração espiritual.

Há células dessa operação em cada nação do planeta.

Vocês não vão nos assistir na TV.

Nem ler sobre nós nos jornais.

Nem ouvir nossas palavras nos rádios.

Não buscamos a glória.

Não usamos uniformes.

Nós chegamos em diversas formas e tamanhos diferentes.

Temos costumes e cores diferentes.

A maioria trabalha anonimamente.

Silenciosamente trabalhamos fora de cena.

Em cada cultura do mundo.

Nas grandes e pequenas cidades, em suas montanhas e vales.

Nas fazendas, vilas, tribos e ilhas remotas.

Você talvez cruze conosco nas ruas. E nem perceba…

Seguimos disfarçados. Ficamos atrás da cena.

E não nos importamos com quem ganha os louros do resultado, e sim, que se realize o trabalho.

De vez em quando nos encontramos pelas ruas.

Trocamos olhares de reconhecimento e seguimos nosso caminho.

Durante o dia muitos se disfarçam em seus empregos normais.

Mas à noite, por atrás de nossas aparências, o verdadeiro trabalho se inicia.

Alguns nos chamam do Exército da Consciência.

Lentamente estamos construindo um novo mundo.

Com o poder de nossos corações e mentes.

Seguimos com alegria e paixão.

Nossas ordens nos chegam da Inteligência Espiritual e Central.

Estamos jogando bombas suaves de amor sem que ninguém note;

poemas,

abraços,

músicas,

fotos,

filmes,

palavras carinhosas,

meditações e preces,

danças,

ativismo social,

sites,

blogs,

atos de bondade…

Expressamo-nos de uma forma única e pessoal.

Com nossos talentos e dons.

Sendo a mudança que queremos ver no mundo.

Essa é a força que move nossos corações.

Sabemos que essa é a única forma de conseguir realizar a transformação.

Sabemos que no silêncio e humildade temos o poder de todos os oceanos juntos.

Nosso trabalho é lento e meticuloso.

Como na formação das montanhas.

O amor será a religião do século 21.

Sem pré-requisitos de grau de educação.

Sem requisitar um conhecimento excepcional para sua compreensão.

Porque nasce da inteligência do coração.

Escondida pela eternidade no pulso evolucionário de todo ser humano.

Seja a mudança que quer ver acontecer no mundo.

Ninguém pode fazer esse trabalho por você.

Nós estamos recrutando.

Talvez você se junte a nós.

Ou talvez já tenha se unido.

Todos são bem-vindos.

A porta está aberta.
 
 

 

http://lightworkers.org/content/55855/a-spiritual-conspiracy

 

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Quando eu era criança, bem novinho, meu pai comprou o primeiro telefone  da nossa vizinhança. Eu ainda me lembro daquele aparelho preto e brilhante que ficava na cômoda da sala. Eu era muito pequeno para alcançar o telefone, mas ficava ouvindo fascinado enquanto minha mãe falava com alguém.

Então, um dia eu descobri que dentro daquele objeto maravilhoso morava uma pessoa legal! O nome dela era “Uma informação, por favor” e não havia nada que ela não soubesse. “Uma informação, por favor” poderia fornecer qualquer número de telefone e até a hora certa.

Minha primeira experiência veio num dia em que minha mãe estava fora, na casa de um vizinho. Eu estava na garagem mexendo na caixa de ferramentas quando bati em meu dedo com um martelo. A dor era terrível, mas não havia motivo para chorar, uma vez que não tinha ninguém em casa para me oferecer a sua simpatia. Eu andava pela casa, chupando o dedo dolorido até que pensei: O telefone!

Rapidamente fui até o porão, peguei uma pequena escada que coloquei em frente à cômoda da sala. Subi na escada, tirei o fone do gancho e segurei contra o ouvido. Alguém atendeu e eu disse:  “Uma informação, por favor”. Ouvi uns dois ou três cliques e uma voz suave e nítida falou em meu ouvido. “Informações.”

“Eu machuquei meu dedo…”, disse, e as lágrimas vieram facilmente, agora que eu tinha audiência.

” A sua mãe não está em casa?”, ela perguntou.

“Não tem ninguém aqui…”, eu soluçava.

“Está sangrando?” “Não”, respondi.

“Eu machuquei o dedo com o martelo, mas está doendo…”

“Você consegue abrir o congelador?”, ela perguntou.

Eu respondi que sim.

“Então pegue um cubo de gelo e passe no seu dedo”, disse a voz.

Depois daquele dia, eu ligava para “Uma informação, por favor” por qualquer motivo.
Ela me ajudou com as minhas dúvidas de geografia e me ensinou onde ficava a Philadelphia. Ela me ajudou com os exercícios de matemática. Ela me ensinou que o pequeno esquilo que eu trouxe do bosque deveria comer nozes e frutinhas.

Então, um dia, Petey, meu canário, morreu. Eu liguei para “Uma informação, por favor” e contei o ocorrido. Ela escutou e começou a falar aquelas coisas que se dizem para uma criança que está crescendo. Mas eu estava inconsolável. Eu perguntava: “Por que é que os passarinhos cantam tão lindamente e trazem tanta alegria para gente para, no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola?”

Ela deve ter compreendido a minha preocupação, porque acrescentou mansamente: “Paul, sempre lembre que existem outros mundos onde a gente pode cantar também…”

De alguma maneira, depois disso eu me senti melhor.

No outro dia, lá estava eu de novo. “Informações.”, disse a voz já tão familiar.

“Você sabe como se escreve ‘exceção’?”

Tudo isso aconteceu na minha cidade  natal ao norte do Pacífico.

Quando eu tinha 9 anos, nós nos mudamos para Boston. Eu sentia muita falta da minha amiga. “Uma informação, por favor” pertencia àquele velho aparelho telefônico preto  e eu não sentia nenhuma atração pelo nosso novo aparelho telefônico branquinho que ficava na nova cômoda na nova sala.

Conforme eu crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saíam da minha memória. Freqüentemente, em momentos de dúvida ou perplexidade,  eu tentava recuperar o sentimento calmo de segurança que eu tinha naquele tempo.

Hoje eu entendo como ela era paciente, compreensiva e gentil ao perder tempo atendendo as ligações de um molequinho.

Alguns anos depois, quando estava indo para a faculdade, meu avião teve uma escala em Seattle. Eu teria mais ou menos meia hora entre os dois vôos.

Falei ao telefone com minha irmã, que morava lá, por 15 minutos. Então, sem nem mesmo sentir que estava fazendo isso, disquei o número da operadora daquela minha cidade natal e pedi: “Uma informação, por favor.” Como num milagre, eu ouvi a mesma voz doce e clara que conhecia tão bem, dizendo: “Informações.”

Eu não tinha planejado isso, mas me peguei perguntando: “Você sabe como se escreve ‘exceção’?”

Houve uma longa pausa… acho que o seu dedo já melhorou, Paul.” Eu ri. “Então, é você mesma!”, eu disse. “Você não imagina como era importante para mim naquele tempo.”

“Eu imagino”, ela disse. “E você não sabe o quanto significavam para mim aquelas ligações.  Eu não tenho filhos e ficava esperando todos os dias que você ligasse.”

Eu contei para ela o quanto pensei nela todos esses anos e perguntei se  poderia visitá-la quando fosse encontrar a minha irmã.

“É claro!”, ela respondeu. “Venha até aqui e chame a Sally.”

Três meses depois eu fui a Seattle visitar minha irmã.

Quando liguei, uma voz diferente respondeu: “Informações.”

Eu pedi para chamar a Sally.

“Você é amigo dela?”, a voz perguntou.

“Sou, um velho amigo. O meu nome é Paul.”

“Eu sinto muito, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período porque estava doente. Infelizmente, ela morreu há cinco semanas.”

Antes que eu pudesse desligar, a voz perguntou: “Espere um pouco. Você disse que o seu nome é Paul?”

“Sim.”

“A Sally deixou uma mensagem para você. Ela escreveu e pediu para eu guardar caso você ligasse. Eu vou ler pra você.”

A mensagem dizia:

“Diga a ele que eu ainda acredito que existem outros mundos onde a gente pode cantar também. Ele vai entender.”

Eu agradeci e desliguei. Eu entendi…

Nunca subestime a “MARCA” que você deixa nas pessoas.

Nem tampouco deixe para depois, para dizer o quanto elas são importantes!

(autor desconhecido)

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Hoje vou apagar do meu calendário dois dias: Ontem e Amanhã!

Ontem foi para aprender!

Amanhã será uma consequência do que posso fazer hoje.

Hoje enfrentarei a vida com a convicção de que este dia nunca mais retornará.

Hoje é a última oportunidade que tenho de viver intensamente, já que ninguém me assegura que amanhã verei o amanhecer.

Hoje terei coragem para não deixar passar as oportunidades que se apresentam, que são as minhas chances de triunfar!

Hoje aplicarei a minha riqueza mais apreciada: O meu tempo!

Meu trabalho mais transcendental: A minha vida!

Passarei cada minuto apaixonadamente para transformar este dia num único e no melhor dia da minha vida!

Hoje vencerei cada obstáculo que surgir no meu caminho acreditando que vencerei!

Hoje resistirei ao pessimismo e conquistarei o mundo com um sorriso, com uma atitude positiva esperando sempre o melhor!

Hoje farei de cada humilde tarefa uma sublime expressão!

Hoje terei meus pés sobre a terra compreendendo a realidade!

E as estrelas cintilarão para inaugurar o meu futuro.

Hoje usarei o meu tempo para ser feliz!

Deixarei as minhas pegadas e a minha presença nos corações queridos!

Venha viver comigo uma nova estação onde sonharemos que tudo o que nos propomos pode ser possível!

E ousaremos brindar a próxima manhã com a certeza de um dia melhor.

(autor desconhecido)

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Se eu pudesse viver novamente minha vida,  na próxima trataria de cometer mais erros.

Não tentaria ser tão perfeito: relaxaria mais.

Seria mais tolo ainda do que tenho sido.

Na verdade, bem poucas coisas levaria a sério…

Viajaria mais, contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios.

Iria a lugares onde nunca fui.

Tomaria mais sorvete e menos lentilha.

Teria mais problemas reais e menos imaginários…

Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e produtivamente cada minuto de sua vida.

Claro que houve momentos de alegria…

Mas se eu pudesse voltar a viver,  trataria de ter somente bons momentos, porque, se não sabem, disso é feita a vida: só de bons momentos; não os perca agora!

Eu era um desses que nunca ia a parte alguma sem um termômetro, uma bolsa de água quente, um guarda-chuva e um para-quedas…

Se eu pudesse voltar a viver, viajaria mais leve.

Se eu pudesse voltar a viver, começaria a andar descalço no início da primavera e continuaria assim até o fim do outono.

Daria mais voltas na minha rua, contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças cantando canções de amores, se ainda tivesse uma vida pela frente.

Mas, já viram, tenho 85 anos e, só me resta sonhar…!

(Jorge Luiz Borges)

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Durante a nossa vida causamos transtornos na vida de muitas pessoas, porque somos imperfeitos.

Nas esquinas da vida, pronunciamos palavras inadequadas, falamos sem necessidade, incomodamos.

Nas relações mais próximas, agredimos sem intenção ou intencionalmente. Mas agredimos. Não respeitamos o tempo do outro, a história do outro. Parece que o mundo gira em torno dos nossos desejos e o outro é apenas um detalhe.

E, assim, vamos causando transtornos. Esses tantos transtornos mostram que não estamos prontos, mas em construção. Tijolo a tijolo, o templo da nossa história vai ganhando forma.

O outro também está em construção e também causa transtornos. E, às vezes, um tijolo cai e nos machuca. Outras vezes, é o cal ou o cimento que suja nosso rosto. E quando não é um, é outro. E o tempo todo nós temos que nos limpar e cuidar das feridas, assim como os outros que convivem conosco também têm de fazer.

Os erros dos outros, os meus erros. Os meus erros, os erros dos outros.

Esta é uma conclusão essencial: todas as pessoas erram. A partir dessa conclusão, chegamos a uma necessidade humana e cristã: o perdão.

Perdoar é cuidar das feridas e sujeiras. É compreender que os transtornos são muitas vezes involuntários. Que os erros dos outros são semelhantes aos meus erros e que, como caminhantes de uma jornada, é preciso olhar adiante. Se nos preocupamos com o que passou, com a poeira, com o tijolo caído, o horizonte deixará de ser contemplado. E será um desperdício.

O convite que faço é que você experimente a beleza do perdão.

É um banho na alma! Deixa leve!

Se eu errei, se eu o magoei, se eu o julguei mal, desculpe-me por todos esses transtornos… Estou em construção!

 

(Gabriel Chalita)

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