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Archive for setembro \29\UTC 2012

 

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Cada dia a vida lhe oferece uma página em branco no livro da sua existência.

O seu passado já está escrito e você não pode corrigi-lo.

Nas páginas amareladas, você pode encontrar a sua história, algumas com cores suaves, outras com cores escuras.

Lindas recordações…

E páginas que você gostaria de arrancar para sempre.

 

Hoje você tem a oportunidade de escrever mais uma página.

Você pode escolher as cores que usará.

Mesmo que apareça algum impedimento, você pode matizar de serenidade para convertê-la em uma bela experiência.

 

Como você escreverá o dia de hoje?

Só depende de sua vontade que a página do dia de hoje no Livro de sua Vida seja uma bela recordação no futuro.

 

Se soubesse que só iria viver mais um dia, o que faria?

Sem dúvida, elevaria o seu pensamento em Deus.

Desfrutaria os raios de sol, a suave brisa, a alegria dos seus filhos, o amor do(a) seu(sua) parceiro(a), tantas bênçãos que a vida põe ao alcance de nossas mãos e que muitas vezes não sabemos valorizar.

 

Desfrute este novo dia, faça um inventário de todas as coisas boas que existem em sua vida e viva cada hora com ânimo, dando o melhor de si.

Não prejudique ninguém, sinta-se feliz por estar vivo, de poder presentear um sorriso, de oferecer sua mão e sua ajuda generosa.

 

Nunca é tarde para mudar o rumo e começar a escrever páginas de felicidade e paz no Livro da Vida.

 

Agradeça a Deus pelo presente que lhe dá hoje e pela oportunidade de converter este dia em uma página bela do Livro de sua existência.

 

Lembre-se que apesar de todas as situações adversas, está unicamente em suas mãos viver o dia de hoje… como se fosse o primeiro, o último ou o único no Livro da sua Vida.

 

 

(autor desconhecido)

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Hoje, ao atender o telefone, que insistentemente exigia atenção, o meu mundo desabou.

Entre soluços e lamentos, a voz do outro lado da linha me informava que o meu melhor amigo, meu companheiro de jornada, meu ombro camarada, havia sofrido um grave acidente, vindo a falecer quase que instantaneamente.

Lembro de ter desligado o telefone e caminhado a passos lentos para meu quarto, meu refúgio particular.
As imagens de minha juventude vieram quase que instantaneamente à mente. A faculdade, as bebedeiras, as conversas até altas horas da noite, os amores não correspondidos, as confidências ao pé-do-ouvido, as colas, a cumplicidade, os sorrisos… As risadas…

As risadas…
Como eram fáceis de surgir naquela época.

Lembrei da formatura, de um novo horizonte surgindo… Das lágrimas de despedidas, e principalmente, das promessas de novos encontros. Lembro perfeitamente de cada feição do melhor amigo que já tive em toda a vida: em seus olhos a promessa de que eu nunca seria esquecido. E realmente, nunca fui.

Perdi a conta das vezes em que ele carinhosamente me ligava quando eu estava no fundo do poço.
Ou das mensagens – que nunca respondi – que ele constantemente me enviava, enchendo minha caixa postal eletrônica de esperanças e promessas de um futuro melhor. Lembro que foi o seu rosto preocupado que vi quando acordei de minha cirurgia para retirada do apêndice. Lembro que foi em seu ombro que chorei a perda de pessoas importantes. Foi em seu ouvido que derramei as lamentações do noivado desfeito.

Apesar do esforço para vasculhar minha mente, não consegui me lembrar de uma só vez em que peguei o telefone para ligar e dizer a ele o quanto era importante para mim contar com a sua amizade. Afinal, eu era uma pessoa muito ocupada. Eu não tinha tempo.

Não lembro de uma só vez em que me preocupei de procurar um texto edificante e enviar para ele, ou qualquer outro amigo, com o intuito de tornar o seu dia melhor. Eu não tinha tempo.

Não lembro de ter feito qualquer tipo de surpresa, como aparecer de repente com uma garrafa de vinho e um coração aberto disposto a ouvir. Eu não tinha tempo.

Não lembro de qualquer dia em que eu estivesse disposto a ouvir os seus problemas. Eu não tinha tempo.

Acho que eu nunca sequer imaginei que ele tinha problemas. Só agora vejo com clareza o meu egoísmo.

Talvez – e este talvez vai me acompanhar eternamente – se eu tivesse saído de meu pedestal egocêntrico e prestado um pouco de atenção e despendido um pouquinho do meu sagrado tempo. Talvez ele, que sempre inundou o meu mundo com sua iluminada presença, estivesse se sentindo sozinho. Até mesmo as mensagens engraçadas que ele constantemente deixava em minha secretária eletrônica poderiam ser seu jeito de pedir ajuda. Aquelas mesmas mensagens que simplesmente apaguei da secretária eletrônica, jamais se apagarão da minha consciência…

Estas indagações que inundam agora o meu ser nunca mais terão resposta. A minha falta de tempo me impediu de respondê-las.

Agora, lentamente escolho uma roupa preta – digna do meu estado de espírito e pego o telefone. Aviso o meu chefe de que não irei trabalhar hoje e quem sabe nem amanhã, nem depois… Pois irei tirar o dia para homenagear com meu pranto a uma das pessoas que mais amei nesta vida.

Ao desligar o telefone, com surpresa eu vejo, entre lágrimas e remorsos, de que para isto, para acompanhar durante um dia inteiro o seu corpo sem vida, EU TIVE TEMPO!

Descobri que se você não toma as rédeas de sua vida o tempo te engole e te escraviza. Trabalho com o mesmo afinco de sempre, mas somente sou “o profissional” durante o expediente normal. Fora dele, sou um ser humano.

Nunca mais uma mensagem da minha secretária eletrônica ficou sem pelo menos um “oi” de retorno. Procuro constantemente responder aos meus amigos com mensagens de amizade e dias melhores. Escrevo cartões de aniversário e de natal, sempre lembro às pessoas de como elas são importantes para mim. Abraço constantemente meus irmãos e minha família, pois os laços que nos unem são eternos.

Esses momentos costumam desaparecer com o tempo, e todo o cuidado é pouco.
Distribuo sorrisos e abraços a todos que me rodeiam – afinal, para que guardá-los?

Consiga um minuto para mostrar para seus amigos e familiares que você pensa neles e que eles são importantes na sua vida!

Deixe alguém feliz…
Hoje…
E sempre!

(autor desconhecido)

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Declaração de gênero sob a ótica masculina. 

Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção. 

Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra… está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros – é uma questão de proporções, não de medidas. 

As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas…. Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los. 

Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras. 

A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor. 

As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas. Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão. 

É essa a lei da natureza… que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde. 

Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a vocês. porque, nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda. 

As jovens são lindas… mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado. O corpo muda… cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo. 

Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se saboteia e não sofre); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza. 

Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos ‘em formol’ nem em spa… viveram! O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos. 

Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se! 

A beleza é tudo isto. 

(Paulo Coelho)

 

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Alfredo, com o rosto abatido de tristeza, se encontra com sua amiga Marisa para tomar um café.
Deprimido, descarregou sobre ela suas angústias… Problemas com o trabalho, problemas financeiros, problemas no casamento, problemas vocacionais… Parece que tudo andava mal em sua vida.
Marisa abriu a sua bolsa, tirou uma nota de 100 reais e lhe disse: – Alfredo, você aceita este dinheiro?
Alfredo, um pouco confuso a princípio, imediatamente responde: – Claro, Marisa… são 100 reais, quem não aceitaria?
Então Marisa pegou a nota de 100 reais que já estava nas mãos de Alfredo e amassou-a toda, fazendo com ela um montinho de papel. Mostrando-lhe o bolinho de papel amassado, Marisa perguntou-lhe novamente:
– E agora, ainda aceita esta nota?
– Marisa, não sei o que pretende com isto, mas continua sendo uma nota de 100 reais; é claro que a aceito…
Então Marisa desenrolou a cédula toda amassada, jogou-a no chão, pisou-a, esfregou-a com os pés e pegou-a toda suja e riscada:
– Você ainda aceita esta nota?
– Marisa, continuo sem entender o que você está querendo… Mesmo suja esta nota continua valendo 100 reais…
– Veja, Alfredo, você deve saber que mesmo quando as coisas não saiam como você deseja, mesmo que a vida lhe amasse e pisoteie, você CONTINUA sendo tão valioso como sempre o foi… O que você deve se perguntar é QUANTO você vale de fato, em qualquer circunstância.
Alfredo ficou olhando para Marisa sem nada responder enquanto o impacto da mensagem penetrava profundamente em seu coração. Marisa pôs o bilhete amassado no canto da mesa e com um sorriso cúmplice acrescentou:
– Tome, guarde com você para recordar isto quando se sentir mal…
Mas me deve uma nota NOVA de 100 reais para poder usar com o próximo amigo que estiver necessitando.

Marisa beijou o rosto de Alfredo que ainda não havia pronunciado nenhuma palavra. Levantou-se e dirigiu-se em direção à porta.

Alfredo voltou a olhar para a nota de 100 reais amassada, sorriu, guardou-a na carteira e com renovada energia chamou o garçom para pedir a conta…

Quantas vezes duvidamos de nosso próprio valor, de que realmente MERECEMOS MAIS e que PODEMOS CONSEGUI-LO se no-lo propusermos!
É claro que não basta um simples propósito… Precisamos AGIR para alcançar o que queremos.
Eu sei que posso conseguir e que existem muitos caminhos para alcançá-lo.

Exemplo rápido:
1. Cite as cinco pessoas mais ricas do mundo.
2. Cite os cinco últimos ganhadores do prêmio Martín Fierro de Ouro.
3. Cite as cinco últimas ganhadoras do concurso Miss Universo.
4. Cite dez ganhadores do prêmio Nobel.
5. Cite os cinco últimos ganhadores do Oscar por melhor atriz ou ator.
6. Cite os últimos dez ganhadores dos campeonatos Mundiais de Tênis.
Como se saiu? Mal? Não se preocupe.

O importante é saber que:
Nenhum de nós se lembra dos vitoriosos de ontem. Não há segundos lugares, eles são os melhores em sua especialidade, mas os aplausos passam! Os troféus ficam empoeirados! Os ganhadores são esquecidos!

Agora tente responder estas outras perguntas e veja como você vai se sair:
1. Cite três professores que lhe ajudaram na formação escolar.
2. Cite três amigos que lhe ajudaram em momentos difíceis.
3. Cite cinco pessoas que lhe disseram alguma coisa importante.
4. Pense em algumas pessoas que lhe ajudaram a sentir que você era uma pessoa especial.
5. Cite cinco pessoas com quem você gosta de se encontrar frequentemente.
6. Cite três heróis cujas histórias lhe inspiraram em alguma coisa.

Que tal? Foi melhor agora? Aprendeu a lição?
As pessoas que fazem você se sentir diferente nem sempre são as que têm as melhores credenciais, as que têm mais dinheiro ou os maiores prêmios…
São significativas aquelas pessoas que se preocupam com você, que cuidam de você, as que de muitas maneiras estão ao seu lado.
Pare um pouco para pensar…

A vida é muito curta!

VOCÊ, em que lista está? Não sabe?… Deixa-me dar-lhe uma mãozinha…
Você não está entre os famosos, mas entre aqueles que recordei para enviar-lhe esta mensagem.
Que tenha um bom dia!

(autor desconhecido)

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Charles Plumb era piloto e, certa vez, seu avião foi derrubado, durante uma missão de combate. Ele saltou de paraquedas, salvando a vida. Caiu em campo inimigo, foi capturado e passou seis anos como prisioneiro. Sobreviveu e ao retornar ao seu país, começou a fazer palestras, relatando a sua odisséia e o que a prisão lhe ensinara.

Certo dia, em um restaurante, foi saudado por um homem: “Olá, você é Charles Plumb, o piloto que teve seu avião derrubado, não é mesmo?”
“Sim”, respondeu. “como você sabe?”
“Ora, era eu quem dobrava o seu paraquedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?”
O piloto ficou boquiaberto. Muito grato, afirmou: “Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje.”

Naquela noite, ele não conseguiu dormir, pensando e pensando.
“Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse ‘bom dia?’ eu era um piloto arrogante e ele, um simples marinheiro.”

Pensou nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco, em meio a tantos outros pilotos, tão senhores de si, como ele próprio se considerava. Pensou que o marinheiro teve em suas mãos habilidosas, que enrolavam os fios de seda dos paraquedas, as vidas de tantos que nem conhecia. Mas a sua tarefa bem realizada era a responsável por vários deles continuarem a viver. Todos os que haviam precisado de um paraquedas, um dia.

Hoje, quando Plumb inicia as suas palestras, o faz perguntando à platéia: “Quem dobrou o seu paraquedas hoje?”

(autor desconhecido)

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Ninguém é uma ilha… e, diariamente, necessitamos de muitos paraquedas…

Se estás recebendo esta mensagem é que, por algum motivo, és merecedor de minha gratidão… e, provavelmente, com um simples sorriso, um aperto de mão, uma palavra amiga, um modo de proceder, um ouvido atento, um ombro… ou virtualmente, com um comentário, com um “curtir”, ou simplesmente com tua leitura incentivaste minha caminhada, dobrando meu paraquedas…

Obrigado!

Um forte abraço.
Mário Campello

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