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Archive for julho \29\UTC 2012

Não estás deprimido, estás distraído.

Distraído em relação à vida que te preenche, distraído em relação à vida que te rodeia, golfinhos, bosques, mares, montanhas, rios.
Não caias como caiu teu irmão que sofre por um único ser humano, quando existem cinco mil e seiscentos milhões no mundo. Além de tudo, não é assim tão ruim viver só. Eu fico bem, decidindo a cada instante o que desejo fazer, e graças à solidão conheço-me. O que é fundamental para viver.
Não faças o que fez teu pai, que se sente velho porque tem setenta anos, e esquece que Moisés comandou o Êxodo aos oitenta e Rubinstein interpretava Chopin com uma maestria sem igual aos noventa, para citar apenas dois casos conhecidos.

Não estás deprimido, estás distraído.

Por isso acreditas que perdeste algo, o que é impossível, porque tudo te foi dado. Não fizeste um só cabelo de tua cabeça, portanto não és dono de coisa alguma. Além disso, a vida não te tira coisas: te liberta de coisas, alivia-te para que possas voar mais alto, para que alcances a plenitude.

Do útero ao túmulo, vivemos numa escola; por isso, o que chamas de problemas são apenas lições. Não perdeste coisa alguma: aquele que morre apenas está adiantado em relação a nós, porque todos vamos na mesma direção.

E não esqueças, que o melhor dele, o amor, continua vivo em teu coração.

Não existe a morte, apenas a mudança. E do outro lado te esperam pessoas maravilhosas: Gandhi, o Arcanjo Miguel, Whitman, São Agostinho, Madre Teresa, teu avô e minha mãe, que acreditava que a pobreza está mais próxima do amor, porque o dinheiro nos distrai com coisas demais, e nos machuca, porque nos torna desconfiados.

Faz apenas o que amas e serás feliz. Aquele que faz o que ama, está benditamente condenado ao sucesso, que chegará quando for a hora, porque o que deve ser será, e chegará de forma natural.

Não faças coisa alguma por obrigação ou por compromisso, apenas por amor. Então terás plenitude, e nessa plenitude tudo é possível sem esforço, porque és movido pela força natural da vida. A mesma que me ergueu quando caiu o avião que levava minha mulher e minha filha; a mesma que me manteve vivo quando os médicos me deram três ou quatro meses de vida.

Deus te tornou responsável por um ser humano, que és tu. Deves trazer felicidade e liberdade para ti mesmo. E só então poderás compartilhar a vida verdadeira com todos os outros.

Lembra-te: “Amarás ao próximo como a ti mesmo”.

Reconcilia-te contigo, coloca-te frente ao espelho e pensa que esta criatura que vês, é uma obra de Deus, e decide neste exato momento ser feliz, porque a felicidade é uma aquisição.

Aliás, a felicidade não é um direito, mas um dever; porque se não fores feliz, estarás levando amargura para todos os teus vizinhos.
Um único homem que não possuiu talento ou valor para viver, mandou matar seis milhões de judeus, seus irmãos.

Existem tantas coisas para experimentar, e a nossa passagem pela terra é tão curta, que sofrer é uma perda de tempo.

Podemos experimentar a neve no inverno e as flores na primavera, o chocolate de Perusa, a baguette francesa, os tacos mexicanos, o vinho chileno, os mares e os rios, o futebol dos brasileiros, As Mil e Uma Noites, a Divina Comédia, Quixote, Pedro Páramo, os boleros de Manzanero e as poesias de Whitman; a música de Mahler, Mozart, Chopin, Beethoven; as pinturas de Caravaggio, Rembrandt, Velázquez,
Picasso e Tamayo, entre tantas maravilhas.

E se estás com câncer ou AIDS, podem acontecer duas coisas, e ambas são positivas: se a doença ganha, te liberta do corpo que é cheio de processos (tenho fome, tenho frio, tenho sono, tenho vontades, tenho razão, tenho dúvidas).
Se tu vences, serás mais humilde, mais agradecido… portanto, facilmente feliz, livre do enorme peso da culpa, da responsabilidade e da vaidade, disposto a viver cada instante profundamente, como deve ser.

Não estás deprimido, estás desocupado.

Ajuda a criança que precisa de ti, essa criança que será sócia do teu filho. Ajuda os velhos e os jovens te ajudarão quando for tua vez.
Aliás, o serviço prestado é uma forma segura de ser feliz, como é gostar da natureza e cuidar dela para aqueles que virão.

Dá sem medida, e receberás sem medida.

Ama até que te tornes o ser amado; mais ainda converte-te no próprio Amor. E não te deixes enganar por alguns homicidas e suicidas.
O bem é maioria, mas não se percebe porque é silencioso.
Uma bomba faz mais barulho que uma caricia, porém, para cada bomba que destrói há milhões de carícias que alimentam a vida.

(Facundo Cabral)

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Há um antigo ditado japonês:
“Se houver relacionamento, faço; se não houver relacionamento, saio”.

Um Mestre Zen, no final do século passado, fez a seguinte alteração:
“Havendo relacionamento, faço; não havendo, crio relacionamento”.

Essa mudança de paradigma é extremamente importante. Devemos também lembrar que criar um relacionamento não significa, necessariamente, obter resultados imediatos, embora muitas vezes estes ocorram.

Novos relacionamentos em padrões antigos perdem seu significado. Precisamos criar relacionamentos a partir de novas maneiras de nos relacionar, de ver o mundo, de ser, de inter ser. Essa nova maneira pode, inclusive, recarregar de energia positiva antigos relacionamentos.

Para descobrirmos novas maneiras precisamos, primeiramente desenvolver a capacidade de perceber como estão nossos relacionamentos atuais.

Observe e considere meticulosamente a si mesmo. Perceba como está se relacionando em casa, na rua, no trabalho, no lazer. Perceba como respira, como anda, como toca nos objetos, como usa sua voz, como são seus gestos e como são seus pensamentos e os não pensamentos. Esse observar não deve ser limitante, constrangedor, confinador. Apenas observe. Como você se relaciona com o meio ambiente, biodiversidade, reciclagem, justiça social, melhor qualidade de vida, guerras, violência, terror, paz, harmonia, respeito, garantia dos Direitos Humanos? Como você e o seu logos se relacionam entre si e em relação aos projetos de sucesso, de lucro, de desenvolvimento e progresso de sua organização?

Como está se relacionando com o mais íntimo de si mesmo, com a essência da Vida, com o Sagrado?

Será que é capaz de ver, ouvir, sentir e perceber a rede de inter relacionamentos de que é feita a vida? Percebe e leva em consideração, na tomada de decisões, a interdependência?

Tanto individualmente, como no coletivo, nossa participação e compreensão como estão? Será que estamos conscientemente vivendo nossas vidas e direcionando nossos pensamentos, ações e palavras para o sentido de mudança que queremos e sonhamos?

Mahatma Gandhi disse: “Temos de ser a transformação que queremos no mundo”.

Geralmente pensamos no mundo como alguma coisa distante e separada de nós, mas nós somos a vida do universo em constante movimento. Podemos até dizer que o mundo somos nós. Nossa vida forma o mundo, é o mundo, não apenas está no mundo. Inclui todas as formas de vida e seus derivados e nos inclui neste instante, instante após instante. Há um monge chinês do século VII, Gensha Shibi , que dizia : “O Universo é uma jóia arredondada. Somos a vida desse universo em constante transformação. Nada vem de fora, nada sai para fora”.

De momento a momento tudo está mudando, nós fazemos parte dessa mudança e podemos escolher, discernir qual o caminho que queremos dar a esse constante transformar. É por isso que digo que a transformação começa em nós. Na verdade vai além de apenas começar. É em nós. Nossa capacidade humana de inteligência e compreensão nos permite fazer escolhas. E o que estamos escolhendo?

Outra frase de Mahatma Gandhi:
“Quando uma pessoa dá um passo em direção à Paz, toda a humanidade avança um passo em direção à Paz”.

A minha decisão, a sua decisão pode transformar ou influenciar a direção da mudança.

Há um sutra budista que descreve o mundo como uma rede de inter relacionamentos. Como se fosse uma imensa teia de raios luminosos e em cada intersecção uma jóia capaz de receber essa luz e emitir raios em todas as direções. Qualquer pequena mudança afeta o todo. Cada ser que se transforme em um ser de paz, de harmonia, de ternura, carinho e respeito pela vida em todas as suas formas estará sendo uma mudança viva e influenciando tudo e todos.

Qual o primeiro passo? Conhecer a si mesmo. Conhecer nossos mecanismos.

O que nos afeta, nos incomoda? O que nos alegra? O que nos irrita? Como transformar a raiva em compaixão? Como transformar o desafio em competição leal, justa, empreendedora, enriquecedora? Sem nos preocuparmos com os créditos, se formos capazes de fazer o bem, não fazer o mal, fazer o bem aos outros estaremos transformando nossos lares, nossas amizades, nosso ambiente de trabalho, nossas organizações, nossas cidades, estados, países, nações, mundo… e a nós mesmos…no florescimento da Cultura da Paz.

“Estudar o Caminho de Buda é estudar a si mesmo. Estudar a si mesmo é esquecer-se de si mesmo. Esquecer-se de si mesmo é ser iluminado por tudo que existe. Transcender corpo e mente seu e dos outros. Nenhum traço de iluminação permanece e a Iluminação é colocada à disposição de todos os seres.” (Mestre Zen Eihei Dogen – 1200-1253)

É importantíssimo que iniciemos este “estudar a si mesmo”, já. Cada um de nós que perceber seu próprio mecanismo ficará em controle desse mecanismo e não mais à mercê de seus sentimentos e emoções, desejos e frustrações, puxado, empurrado, espremido e puxando, empurrando, espremendo – envenenados pela ganância, raiva e ignorância.

Imagine um mundo aonde podemos brilhar uns para os outros, sem ódios, mas com carinhoso respeito e terna compreensão. Percebendo nossas diferenças, aceitando a diversidade da vida e juntando nossas capacidades tanto intelectuais como físicas na construção desse verdadeiro Céu, Paraíso, Terra Pura, Shambala de que falam as religiões, todas elas.

Cabe a nós, a cada um de nós criar esse relacionamento de carinho com a vida, de ternura com todos os seres, de compreensão, de sabedoria e compaixão para percebermos o Caminho Iluminado e o Nirvana permeando toda a existência.

Isso é dar vida à nossa própria vida.

(Monja Coen)

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Sua presença é um presente para o mundo.
Você é único e só há um igual a você.
Sua vida pode ser o que quiser que ela seja.
Viva os dias, apenas um de cada vez.

Conte suas bênçãos, não seus problemas.
Você os superará venha o que vier.
Dentro de você há muitas respostas.
Compreenda, tenha coragem, seja forte.

Não coloque limites em si mesmo.
Muitos sonhos estão esperando para serem realizados.
As decisões são muito importantes
para serem deixada ao acaso.
Alcance seu máximo, seu melhor e seu prêmio.

Nada consome mais energia do que a preocupação.
Quanto mais tempo se carrega um problema,
mais pesado ele fica.
Não leve as coisas tão a sério.
Viva uma vida de serenidade,
não de arrependimentos.

Lembre-se de que um pouco de amor dura muito.
Lembre-se que muito disso dura para sempre.
Lembre-se que a amizade é um investimento sábio.
Os tesouros da vida são todas as pessoas.

Perceba que nunca é tarde demais.
Faça coisas simples e de forma simples.
Tenha saúde, esperança e felicidade.
Encontre tempo para fazer pedidos a uma estrela.

E jamais esqueça, por sequer um dia
O quanto você é especial!!!

(autor desconhecido)

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Quando nos apegamos demais às coisas, nossa casa começa a virar um grande depósito de coisas inúteis, energia estagnada. Assim acontece na nossa vida também.

Minha experiência sobre energia confirma essa teoria, pois energia é movimento, precisa circular constantemente, mudar de padrão, renovar-se. É como água parada que cria limbo e contaminação. Haja vista o medo que muitas pessoas têm de descer em porões de casas antigas que parecem locais tomados por energias densas que nos incomodam.

A verdade é que precisamos criar o hábito do desapego, da troca, da renovação. Você pode gostar das coisas que conquistou, muitas vezes com esforço e dedicação, pois é um direito conquistado, ou até mesmo de presentes que chegaram num momento especial da sua vida. Mas não é sobre isso que estou falando, tenha amor pelo que é seu, mas tenha consciência que pode obter outros melhores, mais novos, atuais ou mais na moda, seja por desejo ou necessidade. Dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo, por isso, ao decidirmos optar pelo novo, imediatamente o velho deve ser descartado para dar lugar ao que está chegando. Chamamos este movimento de Lei do Vácuo.

E você, o que está esperando? Comece a esvaziar os armários, tirar as roupas que não usa mais, ou não usou nos últimos meses. Faça doações, doe somente o que servirá para outra pessoa, o que não estiver em boas condições deve ser descartado ou jogado fora. Não alimente o sentimento de que está perdendo alguma coisa nem fique com a ilusão criando desculpas de que pode usá-las algum dia. Aproveite e jogue fora cartas e fotos de antigos relacionamentos, principalmente daqueles que não deixaram boas recordações. Quando se desfaz do que já não serve mais, está desfazendo também daquele sentimento, que ficou impregnado, registrado no objeto, muitas vezes uma energia que atrapalha o desenvolvimento do fluxo natural da vida. Guarde somente as sensações boas e elas servirão de alavanca para conquistar seus objetivos e superar obstáculos que se apresentem em sua vida.

Agora passe para outra etapa dessa nobre atitude. Arrume as gavetas do criado mudo, da mesa no escritório e tenha coragem de enfrentar aquele cantinho da bagunça. Aproveite a animação para mudar a rotina, ande descalço por um dia, cante alto, deixe a criança interior aflorar, converse com o cachorro, com o gato, com as plantinhas, fale mais bom dia, agradeça, abençoe, abrace mais. Tente sorrir no momento que estiver com raiva. Parece absurdo e as vezes estranho fazer algo que não estamos acostumados, mas deixe a rotina só por um dia, se for o suficiente é claro, afinal depende de quantas coisas temos para arrumar . Depois aumente a freqüência, torne um hábito, sempre de bem com sua atitude realizadora.

Procure se motivar, a energia surge se você der o primeiro passo.

Observe que ao começar arrumando o criado mudo, vai se pegar arrumando o armário. E quando menos perceber, está assoviando e enfrentando a bagunça da garagem, cuidando do jardim e muito mais.

Essa ação é meio caminho andado, mas não espere que tudo melhore num estalar de dedos ou de uma hora para outra, como um passe de mágica.

Toda mudança provoca transformações e pode até piorar as condições antes de melhorar. Faz parte do processo de mudança interior, mas é impressionante como o Universo intercede em nosso favor quando resolvemos afastar a estagnação, depende muito do seu propósito. A gente passa muito tempo criando obstáculos, tecendo uma teia de nós, e desanimamos facilmente quando precisamos desfazê-los.

Para finalizar, complete o processo de transformação promovendo, também, uma faxina interna, livrando-se dos lixos mentais. Aprenda a separar o que é importante e o que não é importante em sua vida, filtrando o que proporcione alegria, prazer e bem estar. Muita gente não acerta, simplesmente porque investe demais no que não tem importância e acaba desiludida, sem ânimo para recomeçar, mas também porque insiste em viver do passado, iludida com os momentos que jamais voltarão. Essas pessoas são gente de boa fé, mas não compreende porquê o mundo está contra ela, porquê os outros vivem armados e predispostos a atacá-la sem nenhum motivo. São indivíduos que passam a assumir o papel de vítimas, esperando que os outros preencham suas expectativas, suas carências.

Acredite em suas capacidades, preencha você mesmo as suas expectativas e faça o necessário para as coisas acontecerem, assim as palavras serão de mais alegrias no diário do seu coração. Só não espere as coisas caírem do céu, é preciso antes de tudo, querer realizar, ter vontade de criar. Não inventaram uma chavinha liga-desliga, nem a ciência produziu uma fórmula capaz de acionar essas capacidades, porque todo indivíduo é um ser único e especial por si mesmo, diferente das pessoas que conseguiram chegar onde sonharam.

Mas se elas conseguiram, você também consegue, trabalhe a sua automotivação, confie, caminhe com passos firmes e luminosos, na certeza da realização.

Estudando a sabedoria indígena, descobri que a Lei do Vácuo é trabalhada há muito tempo pelos nativos, esses sábios Xamãs Ancestrais, sempre incentivaram o trabalho do desapego e em várias cerimônias festivas, os nativos levam objetos que tem muito apreço, muito significado, para doar ao outro.

Acredito que essas palavras foram muito importantes para que você tomasse conhecimento da Lei do Vácuo e iniciar um processo de criação positiva para sua vida. Todavia, existe o outro lado que você já deve ter ouvido falar ou já leu em algum livro, um lado que transcende a tudo que falei e a tudo que você pensou até agora sobre a Lei do Vácuo. É preciso antes de tudo, esvaziar a mente das coisas que não interessam ao espírito e alimentá-la de coisas sutis, valorosas, pois isso dará um significado maior para a sua vida.

O simples ato de acordar fazendo escolhas adequadas pode causar mudanças fantásticas na sua rotina diária. Tenho o hábito de acordar e dizer: Escolho ser feliz hoje! Aprendo com as experiências vivenciadas!

Então, além de fazer sua higiene física, faça também a sua higiene mental diariamente. Gaste com sabedoria o tempo que irá gastar no banho, proporcionando alguns minutos de satisfação com você mesmo, dê significado positivo a cada momento da sua vida. Aproveite que a água tem a propriedade de lavar a sujeira do corpo e aproveite a sua energia condutora usando-a para lavar a tristeza e sentimentos de angústia que insistem em te acompanhar. Imagine que todas as suas doenças estão escorrendo pelo ralo, deixando você completamente saudável e feliz.

Depois vista-se em primeiro lugar com a Roupa do bom humor. Um grande e agradável sorriso espelhado na face é a melhor atitude que pode adotar nesse momento, é um presente que as pessoas receberão ao longo do dia. Em seguida, renove aquela esperança, pois a esperança é o caminho da Porta que se Abre para Dentro e reflete a direção que irá tomar no mundo lá fora. Essa é a veste do espírito, que deve igualmente ser cuidado com o mesmo carinho e atenção que dá ao corpo físico, ou não vai adiantar escolher uma bela calça e uma camisa elegante se o seu semblante não estiver condizente com o verdadeiro sentido da vida, a tal felicidade.

Escolha somente hoje não magoar ninguém, não ferir, não julgar, não criticar. Somente hoje, compreenda que as pessoas têm sonhos para alcançarem, planos para realizarem e projetos a concretizar. Seja esforçado e ajude a quem estiver do seu lado nessa caminhada, estenda a mão se necessário, amplie seu olhar além de você.

Ao caminhar sozinho, você também consegue chegar ao objetivo, mas a companhia de alguém pode tornar o percurso mais agradável, mais divertido do que um caminhar solitário, faça uma reflexão sobre isso.

Se acreditar realmente que esse dia será abençoado, assim será. Independente se está se libertando de alguma coisa que já completou seu ciclo.

Confie mais, observe a Sagrada Mãe Natureza envolvendo você, não permita que a dúvida se aproxime, acredite em seu coração.

Certa vez alguém perguntou qual a técnica que uso para esquecer pessoas que realmente amo, já que é muito mais difícil quando precisamos desapegar de pessoas a quem amamos muito. Será possível?

Acredito que sim, pois confio na sabedoria cósmica e na força da criação com seus propósitos.

Quando gostamos verdadeiramente de alguém não há apego nenhum, pois quem ama de verdade, sem aquela coisa de paixão arrebatadora, só alimenta um bem querer livre de qualquer outro sentimento. Se existe apego é porque você não ama de verdade, tem alguma coisa que é bom somente para você, ou para ambos, mas que você tem medo de perder e se ficar sem, acha que a vida será só tristeza, sem nenhum atrativo.

Até mesmo a morte não é capaz de desfazer os laços de amor pelas pessoas que amamos. Elas apenas trocam de lugar, mudam de endereço consciencial. Fica somente uma saudade gostosa, desde que nela não tenha sofrimento, desespero ou mágoas.

Quando nos despedimos de alguém, estamos dando a esse alguém e a nós mesmos a liberdade necessária para seguir outros caminhos, pois este é o movimento natural da vida. É como o filho que parte em busca de um futuro melhor ou se casa para viver sua própria vida. Se o faz é porque está feliz com seus objetivos. Não deveríamos estar também?

Compreender o objetivo da separação, seja em qual contexto for, é dar um passo para a liberdade, é transcender a sua autobiografia e ao seu sistema de valores, é superar àquela velha tendência de querer resolver tudo do seu jeito para entender as razões do outro. Lembre-se a vida tem seu processo natural e evolutivo.

Que possamos entender isso e apreciar cada expressão da criação. Permita o Novo em sua Vida, mergulhe na essência do verdadeiro Amor!

(Vitor Hugo França)

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