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Archive for julho \31\UTC 2010

Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer.

Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:
– Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
– Estou ouvindo um barulho de carroça.
– Isso mesmo, disse meu pai. É uma carroça vazia …

Perguntei ao meu pai:
– Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
– Ora, respondeu meu pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz.

Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, inoportuna, interrompendo a conversa de todo mundo, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:
– Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho.

(Wallace Leal V. Rodrigues)

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. Ser jovem


A juventude não é um período da vida; ela é um estado de espírito, um efeito da vontade, uma qualidade da imaginação, uma intensidade emotiva, uma vitória da coragem sobre a timidez, do gosto da aventura sobre o amor ao comodismo.

Não é por termos vivido um certo número de anos que envelhecemos… envelhecemos porque abandonamos o nosso ideal.

Os anos enrugam o rosto; renunciar ao ideal, enruga a alma.
As preocupações, as dúvidas, os temores, os desesperos são inimigos que lentamente nos inclinam para a terra e nos tornam pó antes da morte.

Jovem é aquele que se admira, que se maravilha e pergunta, como a criança insaciável: “E depois?”
Jovem é aquele que desafia os acontecimentos e encontra alegria no jogo da vida.

És tão jovem quanto a tua fé. Tão velho quanto a tua descrença.
Tão jovem quanto a tua confiança em ti e na tua esperança.
Tão velho quanto o teu desânimo.

Serás jovem enquanto te conservares receptivo ao que é belo, bom e grandioso.
Receptivo às mensagens da natureza, do homem, do infinito.

E se um dia teu coração for atacado pelo pessimismo e corroído pelo cinismo, que Deus, então se compadeça de tua alma de velho.

(Mac Arthur)

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Era uma vez um grande violinista chamado Paganini.

Alguns diziam que ele era muito estranho.
Outros, que era sobrenatural. As notas mágicas que saiam de seu violino tinham um som diferente, por isso ninguém queria perder a oportunidade de ver seu espetáculo.
Numa certa noite, o palco de um auditório repleto de admiradores estava preparado para recebê-lo.

A orquestra entrou e foi aplaudida.
O maestro foi ovacionado.
Mas quando a figura de Paganini surgiu, triunfante, o público delirou.
Paganini coloca seu violino no ombro e o que se assiste a seguir é indescritível.
Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias parecem ter asas e voar com o toque daqueles dedos encantados.

De repente, um som estranho interrompe o devaneio da platéia.
Uma das cordas do violino de Paganini arrebenta.
O maestro parou. A orquestra parou. O público parou.
Mas Paganini não parou.
Olhando para sua partitura, ele continua a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.
O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.
Mal o público se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador derruba a atenção dos assistentes.
Uma outra corda do violino de Paganini se rompe.
O maestro parou de novo.
A orquestra parou de novo, Paganini não parou.
Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avançou tirando sons do impossível.
O maestro e a orquestra, impressionados voltam a tocar.
Mas o público não poderia imaginar o que iria acontecer a seguir.
Todas as pessoas, pasmas, gritaram OOHHH!
Que ecoou por todo aquele auditório.
Uma terceira corda do violino de Paganini se quebra.
O maestro pára. A orquestra pára. A respiração do público pára.
Mas Paganini não pára.
Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da única corda que sobrara daquele violino destruído.
Nenhuma nota foi esquecida. O maestro empolgado se anima.
A orquestra se motiva.
O público parte do silêncio para a euforia, da inércia para o delírio.
Paganini atinge a glória.
Seu nome corre através do tempo.
Ele não é apenas um violinista genial.
É o símbolo do profissional que continua diante do impossível.

MORAL DA HISTÓRIA:
Não importa o tipo de problema que Você está tendo.
Pode ser problema pessoal, conjugal, familiar, qualquer coisa que esteja afetando a sua auto-estima ou seu desempenho profissional.
Tenha certeza de uma coisa : Nem tudo está perdido.
Ainda existe uma corda e é tocando nela que Você exercerá seu talento.
Tocando nela é que Você irá vibrar.
Aprenda a aceitar que a vida sempre lhe deixará uma última corda.
Quando sentir desânimo, nunca desista.
Ainda existirá a corda da persistência, inteligente, do “tentar mais uma vez “, do dar um passo a mais com um enfoque novo.
Desperte o Paganini que existe dentro de Você e avance para vencer.
Vitória é a arte de Você continuar, onde os outros resolvem parar.
Quando tudo parece ruir, dê uma chance a Você e vá em frente.
Toque na corda da motivação e tire sons de resultados positivos.
Mas antes pergunte: quem motiva o motivador?
Isto é: quem motiva seu cérebro, que motiva sua mão, que toca seu violino?
Não se frustre, não se desespere ….. lembre-se: ainda existe a última corda: a do aprender de novo para deslumbrar e gerar soluções.
Nunca a vida lhe quebrará todas as cordas.
Se os resultados estão mal, é a sua oportunidade de tocar a última corda, a da imaginação que reinventa o futuro com inovação contínua.
É sempre a corda esquecida que lhe dará o maior resultado.

Mas, se por acaso, você se sentir no “fundo do poço”, esta é a sua chance de tocar na melhor corda do universo: DEUS .

(Maurício Gois)

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Quando tiveres um quarto de hora à disposição, reflete nos benefícios que podes espalhar.

Recorre ao diálogo afetivo com que refaças o bom-ânimo de algum familiar, dentro da própria casa;

das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presença;

de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esforço para a limpeza ou o reconforto do próprio lar;

da conversação edificante com uma criança desprotegida que te conduzirá para a frente as sugestões de boa vontade;

de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz útil;

e do encontro amistoso, em que a tua opinião generosa consiga favorecer a solução do problema de alguém.

Não nos esqueçamos de que a floresta se levantou de sementes quase invisíveis, de que o rio se forma das fontes pequeninas e de que a luz do Céu, em nós
mesmos, começa de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do coração.

(Meimei)

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Ontem?… Isso faz tempo!…
Amanhã?…Não nos cabe saber…

Amanhã pode ser muito tarde

Para você dizer que ama,
Para você dizer que perdoa,
Para você dizer que desculpa,
Para você dizer que quer tentar de novo…

Amanhã pode ser muito tarde
Para você pedir perdão,
Para você dizer:
Desculpe-me, o erro foi meu!…

O seu amor, amanhã, pode já ser inútil;
O seu perdão, amanhã, pode já não ser preciso;
A sua volta, amanhã, pode já não ser esperada;
A sua carta, amanhã, pode já não ser lida;
O seu carinho, amanhã, pode já não ser mais necessário;
O seu abraço, amanhã, pode já não encontrar outros braços…
Porque amanhã pode ser muito…muito tarde!
Não deixe para amanhã para dizer:

Eu amo você!

Estou com saudades de você!
Perdoe-me!
Desculpe-me!
Esta flor é para você!
Você está tão bem!…

Não deixe para amanhã
O seu sorriso,
O seu abraço,
O seu carinho,
O seu trabalho,
O seu sonho,
A sua ajuda…

Não deixe para amanhã para perguntar:
Por que você está triste?
O que há com você?
Ei!…Venha cá, vamos conversar…
Cadê o seu sorriso?
Ainda tenho chance?…
Já percebeu que eu existo?
Por que não começamos de novo?
Estou com você. Sabe que pode contar comigo?
Cadê os seus sonhos?
Onde está a sua garra?…

Lembre-se:
Amanhã pode ser tarde… muito tarde!
Procure.
Vá atrás!
Insista!
Tente mais uma vez!
Só hoje é definitivo!

Amanhã pode ser tarde…muito tarde!…

(autor desconhecido)

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